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Urbanos – pesquisa sociocultural

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A sociedade brasileira é profundamente diversificada racial e socialmente. Por outro lado possui alguns marcos definidores de sua identidade social fazendo com que o homem brasileiro possua elementos unificadores de forma geral, mesmo em agrupamentos distintos como os urbanos, suburbanos e rurais. Já as sociedades tribais indígenas são únicas e freqüentemente distintas lingüística e culturalmente havendo, porém, alguns poucos (mas constantes) traços unificadores visto nossa procedência cultural e conseqüente miscigenação com tais grupos.
 
De forma geral, portanto, podemos observar que o homem brasileiro possui o que chamarei aqui de perfil cultural. Utilizá-lo cooperará para falarmos sua língua e dialogarmos em sua cultura.
 
Uma sociedade contadora de histórias
 
Devido ao longo processo de miscigenação entre segmentos culturais que valorizam e utilizam o simbolismo para transmitir valores e construir a identidade grupal nos tornamos uma sociedade gravemente simbólica e contadora de histórias. Apesar do uso proporcional do hemisfério esquerdo, mais analítico, do cérebro, o homem brasileiro se comunica amplamente utilizando seu hemisfério direito, global, através de histórias contadas e vividas. O ensino conceitual, de desenvolvimento e exposição de valores, dissociado de uma abordagem simbólica, cultivará resultados pífios na população geral.
 
Observo que o processo educacional no indivíduo, quando prolongado, pode atenuar esta característica e assim quanto menos escolarizado for o segmento social brasileiro mais simbólico ele tende a ser. Isto se explica pela moldura analítica da educação formal brasileira. Não é por acaso que as novelas, mini-séries e contos fazem extremo sucesso e transmitem ensino (seja ele qual for) à nossa população. Não é também por acaso que os professores mais bem sucedidos são aqueles que utilizam simbolismo (histórias, ilustrações, associações com a vida diária) para se comunicar. Da mesma forma os pregadores que mais interagem com o público utilizam um expediente freqüentemente simbólico nas explicações das Escrituras, facilitando a compreensão do valor, do conceito, bem como sua aplicação.
 
Sociedades com forte presença de simbolismo dificilmente observam um valor a partir dele mesmo mas sim a partir dos fatos da vida.
Em qualquer projeto de comunicação, sobretudo para a parcela da população brasileira menos influenciada pelo intelectualismo resultante da educação formal prolongada, é necessário e saudável a utilização intencional de simbolismo. Se desejamos comunicar bem e de maneira marcante precisamos nos tornar contadores de histórias. Em uma sociedade judaica altamente marcada pelo simbolismo Jesus utilizou tal expediente para uma perfeita comunicação. Falou sobre valores e verdades profundas e complexas como o Reino, Salvação, Soberania, Céu e Inferno. Porém o fez de forma compreensível através de parábolas, comparações com a vida diária, utilizou elementos com os quais lidavam no dia a dia como a lamparina, o sal, o peixe e o trigo. Sua intenção, porém, não era apenas comunicar a um grupo em sua geração mas dar a este grupo ferramentas para que pudesse comunicar tais verdades a outros grupos, fora daquele círculo geográfico e de geração em geração.
 
Certa vez, convidado a falar sobre diversidade cultural em contexto de equipes interculturais para um grupo formado por latinos, maioria brasileiros, e europeus, com maioria alemã, era notável a maneira como cada um tinha sua atenção voltada para partes diferentes da mesma palestra. Quando me prolongava na explicação técnica de um conceito os europeus tinham sua atenção cativa e anotavam enfaticamente o que se dizia. Tal atenção caía quando me punha a ilustrar algum conceito através de história ou fato da vida. Neste momento os latinos, porém, tinham sua atenção cativa e freqüentemente estes eram os pontos mais comentados entre eles após a exposição. Aprendemos de forma diferente por sermos culturalmente distintos. Se desejamos expor conceitos bíblicos ou humanos à sociedade brasileira é necessário observar de perto o segmento com o qual iremos interagir, distinguir suas nuances e desenvolver a abordagem e método de comunicação lembrando que o homem brasileiro, seja ele urbano ou rural, é um ser contador de histórias e aprende através delas.
 
Uma sociedade relacional
 
Todo ser humano é um ser relacional. Algumas sociedades, porém, valorizam mais ou menos a privacidade e exposição individual, o que nos faz enxergar esta distinção na forma como se aproxima do seu próximo. Algumas sociedades também possuem distintas maneiras de construir o parentesco, o que se reflete diretamente na extensão do círculo com o qual o homem se associa e relaciona.
 
O homem brasileiro, de forma mais ou menos acentuada, é um homem com grave definição relacional. O relacionamento humano não apenas é utilizado para se organizar e sobreviver no grupo como também para desenvolver idéias e solucionar problemas. Enquanto sociedades mais axiomáticas resolvem seus conflitos a partir da razão (direitos, certezas, argumentações) o homem brasileiro tende a resolver seus conflitos a partir do relacionamento e em meio a ele. O alvo, portanto, não é prioritariamente chegar-se à verdade objetiva (onde está a verdade, a razão) mas sim manter os relacionamentos.
 
Tal comportamento é observado também em sociedades africanas e possivelmente este traço relacional reforçado seja, no homem brasileiro, em parte uma herança cultural africana. Tais sociedades, mais acentuadas no quesito relacional, tendem a corromper valores em prol dos relacionamentos, o que promove o declínio moral. Por outro lado tende a humanizar conceitos e decisões racionais que possam preterir outros de dignidade. Poderíamos dizer que tal sociedade buscará mais a dignidade do que a justiça.
 
Trabalhar em uma sociedade que privilegia o relacionamento evoca a necessidade de o valorizarmos no desenvolvimento de uma boa comunicação. Desta forma pastores serão mais ouvidos pela maneira como interagem com a comunidade do que pela retórica nos púlpitos. Líderes serão mais observados nos corredores do que nas salas de reuniões. Jamais iremos dissociar o comportamento privado do comportamento público.
 
O homem brasileiro, portanto, é um ser complexo que necessita ser observado antes de devidamente abordado. Compreendê-lo, seus elementos construtores de identidade social, bem como seu perfil cultural, irá ajudá-lo a comunicar de forma que faça sentido e possa ser traduzido para seu dia a dia evitando que o Evangelho pregado seja recebido apenas como uma mensagem para quem o transmite, um conceito alienígena para o homem de nossa geração em nosso país.
 
Desenvolvi este incipiente método para uma análise básica de um ajuntamento humano urbanizado, seja em uma zona rural, suburbana ou urbana, em uma área específica, bairro ou cidade.
 
O objetivo do método Urbanos é ajudá-lo a dimensionar o perfil humano com o qual você atuará ou no qual aplicará determinado projeto. Para uma pesquisa étnica específica, se for o caso, sugiro a utilização do método Antropos1.
 
Antes de começar a pesquisa observe os seguintes passos:
 
a) Primeiramente junte todo o material que possa ser coletado sobre o grupo ou área a ser pesquisada como mapas, informações estatísticas, textos e artigos, teses, pesquisas prévias mesmo em áreas específicas como saúde e educação, censo demográfico e pesquisas de mercado. Leia e catalogue este material arquivando-o de forma compreensível. Sugiro que o faça por pastas, como: a) mapas e estatísticas; b) artigos e teses; c) pesquisas e entrevistas.
 
b) Realize uma leitura geral do questionário sugestivo marcando os pontos nos quais você possui um bom material de estudo que possa prover resposta. Sugiro usar a cor verde para estes pontos. Marque também, em vermelho, aqueles que (inicialmente) não são aplicáveis ao grupo ou segmento social que você estuda. Em amarelo aqueles que demandam maior pesquisa. Assim, você terá neste primeiro momento um questionário marcado e selecionado em cores (verde, amarelo e vermelho).
 
c) Leia novamente, cuidadosamente, o questionário sugestivo, fazendo agora um link entre cada ponto (nas perguntas) e o material já coletado e arquivado nas pastas. Se estiver usando o computador insira um “comentário” com o devido link. Se estiver usando o questionário sugestivo a partir do texto impresso anote o link a cada ponto, ao lado da folha. Tais links lhe ajudarão a lembrar o material a consultar para um aprofundamento maior naquela questão. Por exemplo, na questão 2 vocês pode acrescentar um link da seguinte forma, se for o caso: Ver mapa 3, pasta “mapas e estatísticas” – observar a distribuição do bairro Don Elder e ausência de comércio nas imediações, com conseqüente uso da praça 15 de outubro como ponto de apoio da população do referido bairro para comércio, banco e correios. Ver também as conclusões da pesquisa de mercado do grupo Alfa para a instalação de um supermercado nas imediações: pasta “pesquisas e entrevistas”. Observar as entrevistas 35 e 36 com moradores do bairro.
 
d) Desenvolva uma abordagem de pesquisa que possa tornar esta metodologia aplicável. O intuito de uma metodologia de pesquisa é identificar e dimensionar a verdade factual, ou seja, descobrir, estudar e analisar dados verdadeiros que nos levem a abordagens relevantes. Sugiro 4 diferentes abordagens quando no estudo de um dado social: a analítica, axiomática, correlativa e explicativa especialmente para dados sociais mais complexos. Se desejar ler mais a respeito encontrará descrição destas abordagens no texto “Antropologia Cultural” – www.antropos.com.br . Há três instrumentos de pesquisa, no entanto, que são essenciais nesta pesquisa: Coleta de dados, visitas e entrevistas, questionário sugestivo. O questionário em si, sem uma boa coleta de dados, visitas nos locais de pesquisa e entrevistas, não representará a verdade sobre um grupo ou fato social. É necessário sair do gabinete e ir para as ruas.
 
Inicie a composição das respostas nas perguntas marcadas em verde (aquelas sobre as quais você crê dispor de boas respostas e material de referência) em ordem metodológica que organizamos numericamente de 1 a 15. Em um segundo momento as amarelas (que demandarão maior pesquisa de sua parte) serão também respondidas. Com tais dados em mãos você poderá passar à análise e conclusões, que lhe levará a perceber não apenas o perfil do grupo humano com o qual trabalha mas suas nuances, particularidades, vias de comunicação e abordagem. Havendo dificuldade de análise, procure ajuda para a compreensão dos resultados e aplicabilidade a partir da pesquisa realizada.
 
A seguir o questionário direcionador:
 
Apresentação da pesquisa
 
Pesquisador:
Local da pesquisa:
Data do início da pesquisa:
Tempo de pesquisa:
Recurso humano envolvido na pesquisa:
Área a ser pesquisada (grupo social, bairro, área ou etnia):
Número de entrevistas realizadas:
População aproximada (quantidade de famílias que povoam a área a ser pesquisada):
 
1. Descreva a sua área de pesquisa, como bairros, ruas, grupos sociais e assim por diante. A intenção neste primeiro ponto é levá-lo a dimensionar sua área de pesquisa, de forma prática e compreensível para você. Uma pesquisa ampla demais poderá não ser aplicável.
 
2. Descreva de forma breve sua visão geral de atuação com este grupo ou área a ser pesquisada. A seguir uma visão escrita por um pastor que utilizou o presente método em um bairro na cidade do Rio de Janeiro: Plantar uma igreja bíblica, missionária e contextualizada entre a população do presente bairro, que venha a contribuir de forma relevante para a minimização da carência social (educacional e de inclusão social) entre o grupo, mostrando o valor transformador do Evangelho a partir de onde este é exposto.
 
3. Descreva 4 principais alvos a serem implementados no grupo ou área pesquisada. Podem ser alvos gerais ou específicos. Se necessário, justifique-os. Estes passos lhe ajudarão em um planejamento de trabalho.
 
4. Descreva (e registre com fotos localizando também no mapa) o tipo de moradia preferencial utilizada pelos habitantes da área pesquisada. Prédios unitários, prédios em condomínios abertos ou fechados, casas unitárias, casas em condomínio aberto ou fechado, casas em ambiente de aglomeração, palafitas e assim por diante.
 
5. Descreva (e registre com fotos localizando também no mapa) o tipo de estrutura de trânsito comunitário presente na área pesquisada. A intenção neste ponto é perceber as vias de acesso (por onde as pessoas transitam) na área pesquisada. Descreva e marque pontos como ruas, avenidas, praças, áreas abertas, áreas de lazer, pontos de transporte como ônibus, metrô, estacionamentos etc.
 
6. Pesquise a composição da população que habita a área de interesse. Através de visitas e entrevistas (munido com um questionário básico que você pode preparar) identifique a composição da população, pelo menos nas seguintes áreas: a) origem de contexto (rural, suburbana, urbana), b) classe social (de acordo com o rendimento familiar), c) grau de escolaridade média, d) atividade e produção (área de trabalho e interesse por área de trabalho), e) religião professada, f) origem racial (normalmente apenas observada, não perguntada objetivamente), g) atividades de lazer.
 
7. Identifique os pontos de serviço e comércio, e onde estão localizados na área pesquisada. Portanto: mercados e supermercados, correios, estações de vigilância ou policial, postos de saúde e hospitais, escritórios e comércio em geral, pontos de venda em ambientes abertos, áreas de trabalho e repartições, fábricas e assim por diante. A intenção neste ponto é perceber onde se encontram os pontos que prestam serviço à comunidade pesquisada.
 
8. Identifique os pólos de estudo e ensino. Tais como: escolas, cursos em geral, faculdades, centros de treinamento, assim por diante. Neste ponto você observará o interesse da população em relação ao desenvolvimento de atividades. Também perceberá se é uma população focada na subsistência (trabalho), no estudo preparatório (universitário, por exemplo) e assim por diante. Este perfil social será de grande proveito para a avaliação das abordagens aos grupo.
 
9. Identifique (e descreva, além de localizar também no mapa e registrar com fotos) os pólos de ajuntamento religioso na área pesquisa. Igrejas, mesquitas sinagogas etc (pontos de influência religiosa como templos, e social como projetos sociais sob iniciativa religiosa, como centros e educação e saúde); centros religiosos informais (em atividade em terreiros, casas etc) e pontos de atuação religiosa volante (como iniciativas evangelizadoras ou de cunho social realizada por religiosos em ruas, albergues, orfanatos etc). Descreva de forma a dimensionar o grau de influência na sociedade e nas moradias ao redor. Se possível visite os principais pólos de ajuntamento observando este grau de influência. Se o seu projeto for evangelizador ou de plantio de igrejas, observe o grau de presença influenciadora de igrejas e iniciativas evangélicas na área pesquisada, o que deve incluir ajuntamentos e cultos, ações evangelísticas e visitas, projetos sociais e assim por diante.
 
10. Identifique os pólos de apoio social como orfanatos, asilos, creches, penitenciárias e grupos de apoio. Estes lidam com a camada social que necessita de apoio específico.
Não se esqueça de ligar este e os outros pontos pesquisados com o material coletado, estudado e catalogado nas pastas: a) mapas e estatísticas; b) artigos e teses; c) pesquisas e entrevistas. A análise dos dados dependerá não apenas de sua pesquisa objetiva mas do cruzamento de informações, impressões, pesquisas e conclusões.
 
11. Identifique os segmentos sociais e raciais presentes na população ou área pesquisadas. Tais como judeus e árabes, indígenas ou comunidades negras (que venham a viver de maneira mais isolada do restante); os grupos de afinidade e as chamadas tribos urbanas. Descreva os 2 ou 3 principais segmentos sociais ou raciais que se destacam na área pesquisada, se for o caso. Link e estudo artigos, notícias veiculadas ou teses a respeito de tais grupos. É de vital importância identificar, se for o caso, a presença de grupos excluídos na população observada.
 
12. Prepare uma projeção visual com três áreas de compreensão: espaço, tempo e interesse. Você pode fazer isto desenhando três mapas bem elaborados.
No primeiro (espaço) prepare uma projeção visual (ou mapa) dos dados de localização adquiridos até o momento marcando (use cores distintas) onde a população habita, por onde transita, onde estuda, onde comercializa, onde trabalha, onde cultua e assim por diante. Ou seja, esta projeção deve evidenciar onde as pessoas se aglomeram.
 
Em uma segunda projeção visual marque os ciclos de tempo, ou seja, onde a população está a cada dia da semana e mês do ano. O centro da cidade, por exemplo, pode ser um local de intensa atividade nos dias comerciais e tornar-se um ambiente esvaziado nos finais de semana. Nesta época talvez as praças, praias e outros pontos tornem-se os mais freqüentados. A intenção aqui é observar as aglomerações humanas a partir em relação à mobilidade temporal.
 
A terceira projeção visual (ou mapa) deverá identificar as áreas de interesse da população. Em algumas áreas pesquisadas você poderá encontrar uma população centrada no interesse do trabalho, ou do estudo, ou do lazer. Algumas áreas irão demonstrar populações interessadas sobretudo na religiosidade e assim por diante. Neste caso as aglomerações estarão ligadas a centros ou espaços destinados a estes fins.
Com estas três mostragens visuais (espaço, tempo e interesse) você terá um ‘raio x’ do grupo ou área que estuda e poderá direcionar seu projeto ou abordagem de acordo com a configuração da população na qual atua. Este é um momento que requer o desenvolvimento de conclusões mais complexas e, se for o caso, procure ajuda especializada para fazê-lo.
 
13. Identifique as áreas de carência social e humana na comunidade ou população pesquisada. Nesta altura você terá um conhecimento suficiente para identificar as áreas de real carência social e humana tais como inclusão social de grupos marginalizados, apoio em áreas básicas como saúde, educação e subsistência etc. Descreva 5 áreas de gritante carência social na população pesquisada e esboce possíveis atuações de relevância que possam vir a minimizá-las ou curá-las mesmo que este não seja seu projeto principal. Em Boston, por exemplo, alguns projetos evangélicos identificaram o apoio ao imigrante como a principal área de carência social entre brasileiros naquela cidade. Tal identificação nos levará a prestar atenção, e esboçar esforços de cooperação, nas áreas que efetivamente geram sofrimento humano. Ou pelo menos estar a par de tais processos de sofrimento.
 
14. Analise e identifique os segmentos da população, ou áreas comunitárias, onde você pretende implementar seu projeto. Ou seja, tendo agora em mente a diversidade social, humana, racial, comercial, estudantil e religiosa na área de pesquisa, estude o seu projeto e analise a possibilidade de implementação do mesmo a partir das características encontradas. Este é um momento de dimensionamento e direcionamento do seu projeto, em que julgará se o mesmo se aplica a todo o grupo ou um segmento específico do mesmo.
 
15. Desenvolva as abordagens para implementação do seu projeto de acordo com as características do grupo alvo. Dentro das escolhas ou possibilidades concluídas no ponto anterior, passa-se agora ao desenvolvimento das abordagens. Sugiro ler o texto “Plantado igrejas”2 se este for o projeto a ser implementado. Em todo caso abordagem é a maneira distinta e objetiva como se desenvolve e aplica uma verdade ou proposta a uma pessoa ou grupo. Segue-se depois com as ferramentas, que são os instrumentos de abordagem. É necessário, portanto, desenvolver as abordagens perante cada alvo descrito no ponto 3. Procure ajuda, se for o caso, para o desenvolvimento destas abordagens e leia estudos de caso e projetos em andamento3 .
 
 
 
 
 
 
 

[1] Ver www.ronaldo.lidorio.com.br – Texto: Antropologia Missionária
[2] Ronaldo Lidório – Plantando igrejas – Editora Cultura Cristã, 2008.
Última atualização em Qui, 09 de Abril de 2009 15:52

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