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Roteiro cultural 2008

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Roteiro de pesquisa de identidade sociocultural
 
Método ANTROPOS
 
 
Grupo étnico ou segmento social:
Família cultural e tronco lingüístico:

 

Localização central da pesquisa:
Pesquisador(es):
Consultor(es):
Data e local do início da pesquisa:
Data e local da presente consultoria (se aplicável):
Instrumentos utilizados para a pesquisa:
( ) Gravador
( ) Computador
( ) Outro:
Nível de fluência lingüística do pesquisador (de 0 a 5) na língua primária do povo:
Na língua secundária do povo:
Uso de intérprete para a coleta de dados ? ( ) sim ( ) não
Nome do intérprete:
Interação com o grupo alvo ( ) permanente ( ) parcial ( ) visitas
Tempo total de pesquisa no grupo alvo:
 
 
Para fins metodológicos aglutinamos neste questionário as perguntas direcionadoras advindas das abordagens Antropos e Pneumatos.
 
A utilização desta metodologia de estudo cultural (Método Antropos) pode ser organizada pelo que chamaremos de trabalho de campo que é realizado pelos missionários pesquisadores em determinado grupo específico, e consultoria que é desenvolvida através de alguém que poderá assessorá-lo na organização e análise dos fatos sociais.
 
Os passos que proponho são:
 
Trabalho de campo (missionários/pesquisadores)
 
a) Primeiramente ajuntar e catalogar todo o material colhido existente como textos, gravações, anotações em diário cultural etc. Sugiro que todo material escrito (seja digitado ou redigido manualmente) possa ser fotocopiado e colocado em apostila encadernada, com páginas numeradas, a fim de ser acessível para a pesquisa. Utilize sempre títulos ou uma numeração metódica para organizar o material colhido e registrado a fim de que seja mais facilmente encontrado. Prover cópia para o consultor, com antecedência combinada.
 
b) Reler todo o material colhido existente, fazendo anotações na apostila a fim de facilitar o acesso por assunto e a lembrança dos fatos sociais descritos.
 
c) Definir o método a ser aplicado no estudo cultural. No caso de aplicação do método Antropos (abordagens Antropos, Pneumatos e Angelos) sugiro a revisão do método, leitura do texto orientador e revisão da capacitação antropológica. No caso de outros métodos fazer o mesmo revendo a metodologia e os conceitos, se necessário.
 
d) Realizar uma leitura geral do questionário direcionador marcando os pontos nos quais você possui um bom material de estudo que possa prover resposta. Sugiro usar a cor verde para estes pontos. Marque também, em vermelho, aqueles que (inicialmente) não são aplicáveis ao grupo ou segmento social que você estuda.
 
e) Ler o questionário direcionador, na íntegra, e marcar em cores verde e vermelho os assuntos indicados. Deixar em branco os assuntos aplicáveis mas ainda não pesquisados, ou com pesquisa ainda muito parcial.
 
f) Iniciar a composição das respostas nas perguntas marcadas em verde, em ordem metodológica (que organizamos numericamente). As respostas providas a cada ponto do questionário direcionador deverão estar linkadas ao seu material cultural colhido, esteja ele registrado em diário cultural, ou já como descrição etnográfica, gravado, em textos em word etc. Ou seja, caso haja um ‘Ponto Alfa’, por exemplo, e você possui mitos, cosmogonias, contos, comentários, gravações, impressões escritas etc, que ajudem a embasar esta resposta é vital que a resposta dada esteja linkada com seu material. Caso contrário, na parte seguinte, análise dos fatos sociais, dificilmente você conseguirá organizar os dados e idéias. Por exemplo: “Ponto Alfa. Uwumbor, criador, ético/bom, sem resíduos aéticos, distante desde tempos recuados, guardador do ‘paacham’ – céu de provisão - (ver cosmogonia de criação, diário 1 pg 84, e gravação No 23) e ausente, tendo se ausentado por insatisfação com a conduta humana (ver antropogonia diário 2 pg 25, texto ‘A queda do primeiro Konkomba’ na pasta Artigos). Sem ligação com espíritos inferiores e os homens, pertencente ao mundo do além em uma estratificação que não se comunica com o aquém (ver cosmologia, descrição gravada No 42).
 
Trabalho de consultoria (missionários/pesquisadores e consultores)
 
 
g) Fazer uma análise geral (com ajuda de um consultor) das perguntas já marcadas e respondidas (em verde) e das deixadas em branco. Observar, de forma geral, quais são as áreas em que você mais possui material antropológico colhido e aquelas que precisarão de mais pesquisa. Isto lhe ajudará na fase seguinte com o grupo alvo, para definir as áreas de concentração de estudo.
 
h) Fazer uma análise específica (com ajuda de um consultor) das respostas dadas, observando e marcando (em amarelo) os fatos sociais ou idéias que precisam de maior estudo para se tornarem mais claros. Por exemplo, se há um rito apotropaico, de proteção, mas não está muito claro se ele é organizado por uma prática mágica (manipulação de elementos naturais) ou espiritualista (invocação de seres espirituais) deve ser este ponto marcado com perguntas claras a serem pesquisadas na próxima oportunidade junto ao povo alvo.
 
i) Fazer uma análise comparada (com ajuda de um consultor) de alguns fatos sociais identificados como possível paralelismo cultural. Neste momento é normal o consultor apontar áreas que precisam se interligadas no estudo. Por exemplo, se houve uma descrição de um rito apotropaico, por manipulação mágica, e há uma antropogonia que narra sobre elementos distantes manipulados pela primeira família criada, com fins se proteção, então se sugere o estudo interligado dos assuntos (rito e antropogonia) a fim de se pesquisar a correlação mitológica. Nesta altura já se tem o material colhido bem organizado, linkado com os dados registrados paralelamente pelo pesquisador, as respostas de pontos verdes já completas, as vermelhas guardadas para revisão de aplicabilidade (caso descubra-se que alguma é de fato aplicável ao contexto, ao contrário do julgamento inicial) e as perguntas adicionais, ou marcas amarelas, que sinalizam os pontos a serem desenvolvidos e pesquisados.
 
j) O consultor deve, neste momento, sugerir material de leitura complementar aos missionários/pesquisadores se aplicável. Devem, portanto ler e estudar o suficiente para poderem complementar a pesquisa realizada. Se há presença de magia imitativa, por exemplo, na cultura estudada, deve-se indicar leitura apropriada para que o missionário/pesquisador possa ter compreensão mais ampla do assunto e embasar melhor seu estudo objetivo, sua análise e seu estudo comparado.
 
k) É necessário haver intervalos entre as consultorias. Portanto, em um segundo ou terceiro momento de consultoria, revisar os assuntos que precisaram de maior estudo e pesquisa, avaliando se estão claros e com conclusões plausíveis. Revisar os pontos que estavam em branco, avaliando a pesquisa feita para completá-los e devidas respostas. Revisar os assuntos que precisaram de um estudo complementar e também de um estudo comparado. Portanto, nesta altura a pesquisa básica geral já está completa o suficiente para darmos outro passo.
 
l) Neste próximo passo o mais importante é identificar os fatos sociais e idéias de maior relevância cultural no grupo alvo, levando em consideração a convergência dos fatos e idéias sociais. Este é o papel do consultor pois demanda observação mais ampla em relação a apresentação do evangelho em diferentes grupos e principais pontes de comunicação, problemas observados, portas para nominalismo e sincretismo etc. É comum, assim, haver agora uma concentração no estudo de 2 ou 3 assuntos. Por exemplo, em uma cultura tradicional/progressista, existencial, teófana, aética, mágica e não espiritualista, não totêmica, cíclica e cerimonial, a consultoria poderia propor o estudo aprofundado da magia, benzimento e organização social como sendo os assuntos de relevância central para o povo pesquisado. Um trabalho de campo, agora específico, deve ter início. Via de regra, quando os fatos sociais centrais em um grupo são identificados, estes são causados ou causadores de boa parte da estrutura cultural deste grupo.
 
m) O penúltimo passo é aplicativo, que deve ser dado com os missionários/pesquisadores em conjunto com os consultores e, preferencialmente, com toda a equipe envolvida naquele grupo alvo. Trata-se da utilização do conhecimento e respostas adquiridas (método Angelos) para aplicação do evangelho em um grupo específico, ou ensino bíblico para amadurecimento de uma igreja especifica, ou ainda implementação de algum projeto social específico. Favor revisar, neste ponto, o método Angelos.
 
- Deve-se ter, por escrito, de forma clara, o alvo para a aplicabilidade do estudo e conclusões. Por exemplo, desenvolvimento de um projeto de educação bilíngüe no grupo. Ou evangelização do clã X da cultura A, através de processos de ensino coletivo.
- Sugiro que haja um breve planejamento estratégico para o cumprimento deste alvo com: alvo geral, alvos específicos, estratégicas a serem utilizadas, recursos humanos, recursos estruturais, cronograma com prazos para o cumprimento dos alvos gerais e específicos.
- Sugiro uma clara divisão de atividades e responsabilidades, no caso de um trabalho em equipe.
 
n) Por fim sugiro a produção acadêmica, e há aqui uma série de possibilidades se for o caso.
- Etnografia. Primeiramente você terá, nesta altura, material suficiente para compor uma boa etnografia do grupo estudado. Seria de bastante relevância que o fizesse (observe o roteiro etnográfico sugerido) e publicasse. Carecemos deste tipo de publicação que corresponda à uma pesquisa próxima e permanente com o grupo alvo, acurada, não de gabinete.
- Artigos. Você poderá, e o encorajamos a isto, escrever artigos sobre os principais pontos culturais de relevância com o grupo que estuda. São aqueles 3 ou 4 assuntos que demandaram uma pesquisa mais profunda. Seria interessante publicá-los em revistas especializadas a fim de que estejam disponíveis como referência.
- Estudo de caso. Você poderá expor a sua experiência no estudo e aplicabilidade do conhecimento para desenvolvimento do projeto alvo (evangelização, projeto social etc). Seria de enorme relevância para quem se propõe a fazer algo parecido em outro contexto.
 
 
Questionário direcionador geral
 
Dimensão histórica
 
Persona Alfa (o primeiro criado, pessoa ou grupo)
 
1. É definida de forma clara na comunidade?
2. Há narrativas, contos, lendas e registro mitológico?
3. É um indivíduo ou uma comunidade?
4. É humano ou espírito?
5. Gerou descendência humana?
6. E um ser moralmente definido? Ético ou aético?
7. Descreva a Persona Alfa a partir das cosmogonias, antropogonias e mitos.
 
Ponto Alfa (o criador / força criadora ou o momento da criação)
 
8. É pessoal ou impessoal?
9. Qual o seu nome? (genérico ou particular)
10. Há apelidos ou expressões que o definam?
11. Há presença de teofanias e hierofanias ?
12. Onde habita?
13. Quais são suas características?
14. É possível descrever sua origem?
15. Possui atributos divinos?
16. É presente ou ausente?
17. Interage com a humanidade/comunidade?
18. Exerce controle sobre o ambiente e as pessoas?
19. Qual sua função social?
Controlador
Controlador adorado
Observador
Não participante
Orientador
Gerador de segurança social ou cosmológica
Outra função
20. Se ausente, quais foram as causas desse afastamento?
Há narrativas?
Há conceituação comunitária? É um fato ainda ‘sentido’?
21. Há alguma expectativa de restauração de relacionamento?
22. Na cosmologia do grupo estudado, onde o Ponto Alfa se localiza ou habita? Descreva ou aponte.
No além
No aquém
Transitando entre os dois mundos
Relacionando-se no além e aquém
Neste caso, apontar com quem e quais suas funções.
Possui função social presente
23. Descreva o “Ponto Alfa” a partir das cosmogonias, mitos e compreensão de mana – entidade ou força controladora do universo.
24. Descreva outros personagens que com ele interagem, como esposas, filhos e amigos, e registre a narrativa relacional com os mesmos.
25. Se pessoal, é percebido como um ser ético ou aético? Confiável? Associado a que atributos?
 
Dimensão Ética
 
Heranças culturais de agrupamento
 
26. Como constroem suas casas e comunidades?
Família nuclear
Família estendida
Casas comunais
Por ajuntamento clânico
27. Qual é o tipo de comunidade?
Monocultural
Multicultural
Monolinguistica
Bilíngüe
Hierarquizada
Acéfala
28. Qual é o padrão de formação das residências na comunidade?
Centralizada em uma casa comunal
Centralizada em um símbolo religioso
Descentralizada
Dividida em pequenas áreas com ajuntamento clânico
Próxima a centros de subsistência (rocas, rios, matas)
29. Quais as razões para ajuntamento ou dispersão?
Familiaridade?
Parentesco?
Ancestralidade?
Normas legais?
Tabus?
Desavenças?
Casamento?
Proteção?
 
Heranças de relacionamento
 
30. Qual é o tipo de formação familiar?
Nuclear
Estendida
Clânica
Comunitária homogênea
Patrilinear
Matrilinear
Patriarcal
Matriarcal
Exógama
Endogâmica
Monogâmica
Polígama
31. Descreva a comunidade, grupo ou povo alvo, em termos de organização social, atividades rotineiras diárias e atividades cíclicas.
32. Qual é o sistema de alimentação e distribuição da comida?
Família nuclear?
Família extensa?
Alimentação coletiva?
Há excluídos? Descreva os processos de exclusão
33. Quais as regras de parentesco e nomenclaturas na família menor?
Patriarca/pai; Matriarca/mãe
Seu irmão consangüíneo por parte de pai e mãe
Seu irmão consangüíneo por parte de pai (sistema polígamo)
Sua irmã consangüínea por parte de pai e mãe
Sua irmã consangüínea por parte de pai
Sua esposa (primeira, ou maior)
Sua esposa (segunda, ou menor)
Outras esposas
Filhos por parte da primeira esposa
Filhas por parte da primeira esposa
Filhos e filhas por parte da segunda ou outras esposas
Esposa do seu irmão por parte de pai e mãe, ou pai ou mãe
Esposo de sua irmã por parte de pai e mãe ,ou pai ou mãe
Filhos de seu irmão por parte de pai e mãe, ou pai e mãe
Filhos de sua irmã por parte de pai e mãe, ou pai e mãe
34. Quais são as regras de parentesco e nomenclatura na família maior?
Graus de parentesco entre primos: 1o, 2o e 3o grau
Relacionamentos clânicos (irmandade comunitária)
Exceções de parentesco: distinguindo a linha divisória entre familiares e outros.
35. Quais são as regras e padrões para o funcionamento desse padrão familiar?
Direitos e deveres entre marido e esposa
Direitos e deveres entre pais e filhos
Direitos e deveres entre irmãos e irmãs
Direitos e deveres entre avós e netos
Direitos e deveres entre tios e sobrinhos
36. Regras de parentesco que propiciam ou limitam o casamento
37. O que acontece, e quais são os motivos, quando há ruptura no casamento?
38. A quem pertence as crianças?
39. A quem pertence a moradia?
40. Qual o destino do marido e esposa?
41. Há tabus observados na separação?
42. Há um marcador cultural para a oficialização da separação?
43. Como se relacionam com os não aparentados?
Com outros membros da própria comunidade
Com membros de outros clãs, sibs ou fratrias
Com outros grupos étnicos
44. Liste o que seria censurado na comunidade observada.
45. Quais são os padrões éticos e morais observados?
46. Quais são os perigos de um relacionamento inadequado?
47. Quais são as conseqüências na quebra dos padrões éticos e morais nesses relacionamentos? Há prática de infanticídio? Quais as causas para o mesmo?
48. Há tabus observados nesses relacionamentos?
49. Qual é a base de divisão de trabalho? (caça, pesca, coleta, agricultura, cozinha , etc.)
50. Quem trabalha conjuntamente?
Homens
Mulheres
Comunidade (em que ocasiões)
Parentes
Vizinhos
51. Há pessoas ou grupos excluídos?
52. O que determina os grupos de trabalho?
Parentesco
Sexo
Hierarquia
Casta
53. Descreva estas heranças de relacionamento a partir do estudo de caso de uma família (estendida ou nuclear) nomeando os personagens, suas interações e as devidas aplicabilidades das categorias sugeridas. Simbolize com diagramas.
 
Heranças de religiosidade
 
54. Há deus (ou deuses ou heróis)?
55. Qual seu nome?
56. Qual sua origem?
57. Qual sua Habitação?
58. Quais suas características (atributos)?
59. Qual sua relação com a sociedade?
60. Pode ser manipulado?
61. O que busca a religiosidade?
Facilitar a vida?
Evitar a má sorte ou maus espíritos?
Enfrentar o medo?
Agradar a um deus e/ou espíritos?
62. Há pecado (erros individuais, sociais ou espirituais)?
63. Que ações são reprovadas pela sociedade?
64. Que ações são mais reprovadas e não toleradas?
65. Os seres espirituais se ofendem com a pratica do erro?
66. O universo se ofende com a pratica do erro? Há conseqüências?
67. Quais as principais conseqüências para o erro?
Com o indivíduo
Na comunidade
No aquém e no além
Gera má sorte?
Vergonha?
Há forma de remediar tais efeitos?
68. Há pessoas que não erram?
69. Há condenação? Temporária ou permanente?
70. Há alguma forma de punição espiritual para os erros cometidos?
71. Quem executa essa punição?
72. Onde a punição é aplicada?
73. Como é aplicada?
74. Há perdão?
75. Há expiação para o erro cometido? Temporária ou permanente?
76. Qual o processo de expiação?
Cerimônia e rituais?
Penitências?
Confissões?
77. Há salvação? (pessoal ou comunal)
78. Há maneiras de se libertar definitivamente das conseqüências dos erros cometidos?
79. Há maneiras de restaurar o relacionamento quebrado com os seres espirituais ofendidos?
80. Onde e quando poderá ocorrer essa libertação?
81. Há busca pela pureza (santidade)?
82. Quais são os principais padrões morais, éticos e religiosos que regem suas vidas?
83. Quais são as atitudes que enaltecem as pessoas?
84. Quais são as atitudes que agradam os seres espirituais?
85. Quais são os benefícios de uma vida pura?
(Esses conceitos poderão ser encontrados nos mitos, nas cerimônias e ritos, e nos tabus observados, além de manifestação totêmica)
86. Quais são as principais inquietações do povo?
87. Quais os principais conflitos da vida diária?
88. Qual a maior fonte de medo?
89. O que é feito para amenizar o medo?
90. Se benzimento, ou processo mágico, quem o realiza?
91. Há manipulação de elementos naturais? (magia)
92. Há manipulação de elementos naturais para ajuda? (magia branca)
93. Há manipulação de elementos naturais para destruição? (magia negra)
94. Há uso de amuleto e talismãs?
95. Há rituais?
96. Quais são as práticas religiosas formais dessa comunidade?
Ritos
Cerimônias
Processos de invocação
Processos de adoração
Magia
 
Reguladores sociais
 
 
97. A música é utilizada nas práticas diárias?
98. A música é utilizada nas práticas cerimoniais?
99. Há distinção de música sacra e profana (religiosa e secular)?
100. Quem compõe letras e músicas?
101. Quem executa certos tipos de música?
102. Há restrições no uso de algumas músicas?
103. Quais os critérios? Quem os ordena?
104. Quais são os instrumentos usados?
105. Há distinção entre instrumentos sacros e profanos?
106. Há tabu no uso de alguns instrumentos?
107. Quais são os tipos de dança praticada pela comunidade?
108. Como dançam (individual, em pares, em fila, divididos por sexo)?
109. Descreva um ato de dança comunitária (ou individual)
110. Qual é a função da dança no grupo?
Religiosa?
Social?
Sexual?
111. Quais são os tipos de roupa e ornamento usados pelo povo? Há claras funções nesses elementos?
Estética?
Pudor?
Proteção (física e espiritual) – talismã, amuleto?
Magia?
112. Tradição - Como os padrões culturais são transmitidos, em que ambiente e horário?
113. Informalmente ou formalmente? Qual o canal de comunicação utilizado? Observação, contos, narrativas, escritos?
114. Quem os transmite e em que situações?
115. São transmitidos hierarquicamente? Por parentesco?
116. Como se dá o processo?
117. É individual ou coletivo?
118. Descreva uma reunião de grupo, segmento, clã ou comunidade, em que ocorra algum processo de transmissão de conhecimento, decisão ou discussão de assunto de relevância comunitária.
119. Como as pessoas são levadas a participar do processo de discussão e decisão?
120. Há discussão coletiva de problemas da vida e problemas pessoais?
121. Há recompensas e penalidades sociais para os conflitos pessoais?
122. Há recompensas e penalidades religiosas para conflitos pessoais?
123. Há processos de disciplina coletiva?
124. Descreva uma aplicação de disciplina (por parentesco ou de forma comunitária geral)
125. Como se dá a reparação (posse, vida, etc)?
126. Há critérios preestabelecidos para a reparação individual ou coletiva?
127. O grupo é coeso em suas práticas?
128. Há tolerância para aqueles que não se enquadram no padrão?
129. Quais são os atos realizados por determinado grupo da sociedade?
130. O que determina essas especialidades?
131. Habilidade? Expressa em que área?
132. Hereditariedade? Em que padrão de parentesco?
133. Orientação sobrenatural? Mágica ou pessoal?
134. Há liberdade para se tomar iniciativas próprias, contrárias às iniciativas comunitárias em certas circunstâncias? Descreva um fato.
135. Há liberdade de escolha (territorial, volitiva, familiar) em relação a padrões culturais preestabelecidos?
136. Há direito à vida que venha a se contrapor a costumes de infanticídio ou costumes afins? Descreva.
137. Quais práticas são aceitas fora das atividades do grupo?
138. O que determina a liberdade para essas práticas?
139. Há leis promulgadas formalmente? Quais?
140. Quem as promulga? Líder social, líder religioso? Há participação comunitária?
141. Descreva uma lei promulgada formalmente.
142. Quem executa as leis?
143. Há punições em conseqüência de sua não observação? Descreva uma forma de punição associada à quebra da lei.
144. Pontue os principais elementos observados na regulamentação social e que compõe as:
Leis
Normas
Padrões
Costumes, hábitos e tradições
 
Dimensão étnica
 
Progressistas ou tradicionais
 
145. O que confere status ao indivíduo?
146. Há privilégio do novo ou do antigo em relação a posses, tecnologia e conhecimento?
147. Qual é o conhecimento privilegiado (dos antigos ou das pessoas que estudam)?
148. Há abertura ou resistência a mudanças sociais?
149. Há abertura ou resistência a mudanças territoriais?
150. São mais orientados pelo sentimento de culpa ou de vergonha?
151. Há facilidade de adaptação a novas realidades?
152. Há inclinação para absorção de valores culturais (e/ou costumes) de grupos próximos?
153. Há tendência ao sincretismo religioso?
 
Existenciais ou históricas
 
154. Valorizam o hoje ou as tradições sociais?
155. Que fator é utilizado para corrigir falhas: prevenção ou solução de problemas?
156. Preocupam-se com a sociedade atual ou com os marcos históricos?
157. São imediatistas ou esperançosos?
158. Possuem mobilidade religiosa ou são ligados às tradições?
159. O que confere status social?
160. Quais os principais valores da vida?
161. São individualistas ou com senso comunitário?
162. Enfatizam mais a experiência ou a tradição religiosa?
 
Teófanas ou Naturalistas
 
163. Há equilíbrio entre o Além e o Aquém em sua cosmovisão?
164. O que está no centro do universo e interesse social: o homem ou suas convicções religiosas?
165. Se o homem, que processos de manipulação social ou sobrenatural são utilizados para cumprir seus alvos?
166. Que bem é mais precioso: a felicidade humana ou a adoração ao divino?
167. Há abundância de categorias espirituais na sociedade?
 
Dimensão fenomenológica
 
Elementos fenomenológicos gerais
 
 
168. Há esperança depositada na vida futura, no além?
169. Que mitos predominam em suas narrativas?
170. Quais são os principais sinais de religiosidade?
171. Há manipulação de elementos naturais para governo dos sobrenaturais (magia)?
172. Há ritos e cerimônias de invocação espiritual?
173. Há relatos revelacionais: visões, profecias (simbólicas, orais ou escritas), mitos messiânicos, atos de invocação?
174. Há presença de totemismo?
175. Ligado à etnia ou clãs?
176. Ligado a que animais ou plantas?
177. Descreva um clã/segmento/grupo totêmico, sua ligação com o animal/planta e suas implicações para a vida diária (nomes, casamento, tabus etc).
178. Descreva de forma específica as implicações para o parentesco: casamento e procriação?
179. Há veneração aos ancestrais? Respeito, reverência ou adoração?
180. De que forma se processa?
181. O ancestral é uma figura com funções sociais no presente? Quais?
182. O ancestral possui ligação apenas com os parentes de um círculo definido ou com todo o grupo?
183. Há categorias sociais entre os ancestrais? Quais?
184. O ancestral habita o mundo do além ou do aquém?
185. Em caso de animismo, há localização de poder/presença espiritual em lugares e objetos específicos (fetiches)?
186. São os fetiches construídos ou naturais?
187. Que objetos servem de fetiche?
188. São os fetiches temporários ou permanentes?
189. Há guardiões dos fetiches ou são comunitários?
190. Possuem função social de proteção?
191. Há convicção de que o mundo natural anima o sobrenatural?
192. De que forma esta convicção é manifesta?
193. As soluções dos conflitos da vida se dão no aquém ou no além?
194. Há reencarnação?
195. Que seres são reencarnados?
196. Há deuses e deusas?
197. Quais são seus nomes?
198. São ligados ao grupo, clãs ou segmentos?
199. Há um deus acima de outros deuses?
200. Em que ele se distingue?
201. É presente ou ausente?
202. É uma pessoa ou uma força?
203. Qual o seu nome?
204. Com quem é ele relacionado
205. Relate um mito/cosmogonia/conto acerca deste deus.
206. Possui ele irmãos ou irmãs? Ou grau de parentesco?
207. É ele ético ou aético?
208. Que feitos são contados e lembrados pelo grupo?
209. Quais os três principais elementos que forma seu caráter?
210. É ligado a justiça, bondade e amor? De que forma?
211. Relate um mito/cosmogonia/conto acerca de seu caráter que inclua estes elementos.
212. Está ligado a cosmogonias e antropogonias? De que forma?
213. É cultuado, venerado, temido?
214. Há rituais ou cerimônias religiosas (presentes ou antigas) ligadas a sua pessoa?
215. Há espíritos que povoam o universo?
216. Quais são seus nomes?
217. Há categorização entre eles?
218. São ligados ao grupo, clãs ou segmentos?
219. Servem ou são servidos pelos homens?
220. Temem ou são temidos pelos homens?
221. Há espíritos éticos (bons ou maus)?
222. Cite os principais, em caso de categorização.
223. Há espíritos aéticos (bons e maus?)
224. Cite os principais em caso de categorização
Fertilidade:
 
Atos da Vida
 
225. O que causa fertilidade?
226. Há formas mecânicas, mágicas, de gerar fertilidade?
227. Há algum espírito de fertilidade?
 
Fecundação
 
228. Há algum processo descrito?
229. É uma fase conhecida ou desconhecida?
230. Onde está o início da vida (de um indivíduo)?
 
Concepção
 
231. Há ritos de proteção?
232. Há idéia de que há uma vida em andamento?
233. Quem é o responsável pela vida?
 
Gravidez
 
234. Há práticas e tabus nesse período?
235. Há seres espirituais envolvidos?
236. Há ritos de proteção?
237. Há utilização de talismãs ou amuletos?
238. Há processos mágicos envolvidos?
239. Descreva o período de gravidez de uma mulher que esteja dentro de um processo de parentesco ordinário na comunidade.
 
Nascimento
 
240. Quem realiza o parto? Quem está presente no parto?
241. Quais são as nuances observadas durante o parto ou logo ao nascimento da criança?
242. A criança é associada a algum elemento (água, fogo, terra, vento) para ‘ganho de força’? De que forma?
243. Descreva um parto levando em consideração o ambiente, personagens, técnica, presença de elementos manipuladores de forças pessoais e impessoais.
244. Quais tabus e práticas são observados?
245. Há presença de atos mágicos? Quais? Que funções eles têm?
246. Há nomeação (do recém nascido)? Quem nomeia?
247. Há diferença de tratamento para cada sexo?
248. Há prática de infanticídio? Em que circunstâncias e quem a pratica? Quais as idéias da comunidade sobre tal prática?
 
Iniciação
 
249. Há prática da iniciação?
250. É pontual ou progressiva?
251. Ocorre em ambos os sexos?
252. Quais as práticas e tabus observados?
253. Há cerimônia ou rito de iniciação?
254. Envolve magia e espiritualismo?
255. Descreva uma cerimônia de iniciação levando em consideração o cenário, os personagens, a técnica e os elementos manipuladores de forças pessoais e impessoais.
 
Casamento
 
256. Quais são as regras básicas, e propósito, do casamento?
257. Qual o padrão cultural de casamento? Monogamia, poligamia?
258. Qual o critério utilizado para o casamento? Dote, troca, interesse, parentesco ou escolha?
259. No caso do dote, descrever as categorias de dotes e passos observados.
260. No caso de troca, descrever as possíveis trocas levando em consideração o parentesco e obtenção de favores.
261. Há cerimônias e rituais envolvidos?
262. O casamento é um ato social estático ou dinâmico?
263. Há tabus a serem observados?
264. Há conceito sobre a origem do casamento?
265. Qual o valor da virgindade em relação aos noivos e parentes?
266. Qual o valor da fertilidade em relação aos noivos e parentes?
267. Há valores espirituais envolvidos no casamento?
268. Quais são as forças que atuam contra o casamento? Se há, são do aquém ou além?
269. Há magia para facilitação do casamento? A quem ‘pertencem’ os filhos advindos do casamento? Pai, mãe, clã?
 
Morte
 
270. A morte é motivo de regozijo ou tristeza? É celebrada ou temida?
271. Quais as causas da morte? Elementos do aquém ou além?
272. Quem é responsável pela morte? Há uma força pessoal envolvida?
273. Há práticas e tabus para se evitar a morte?
274. Há diferenciação entre morte do corpo e espírito?
 
 
Funeral
 
275. Pratica-se o funeral?
276. É prática geral ou particular para alguns?
277. Há diferenciação entre o funeral infantil e o relativo ao adulto ou ancião?
278. Quais são as práticas observadas no Funeral?
279. Como e onde é feito o sepultamento?
280. Como é preparado o corpo para o sepultamento?
281. Há pessoas específicas encarregadas desta técnica? Quem?
282. Há cânticos e dança durante o sepultamento?
283. Quem participa?
284. Há tabus a serem observados durante e depois do funeral?
285. Descreva o funeral de um adulto ou ancião levando em consideração o ambiente, a técnica no preparo do corpo, cânticos e danças, personagens envolvidos e se há elementos de manipulação de forças pessoais ou impessoais.
 
Pós-morte
 
286. Há crença em vida após a morte?
287. Há destino único para o espírito após a morte?
288. Se há destino plural descreva os ambientes.
289. Se houver, qual o nome dado à ‘terra sem males’?
290. Há crença na reencarnação?
291. Há uma parte da pessoa que, após a morte, permanece na terra?
292. Com que função?
293. Em que condições?
294. Relaciona-se com os vivos?
295. Há uma parte da pessoa que, após a morte, destina-se ao além?
296. Relaciona-se com os vivos?
297. De que forma?
298. Há um ‘guia’ que conduz as pessoas ao seu destino pós-morte?
299. Há um ser controlador da vida e da morte?
300. Qual o seu nome?
301. É pessoa ou força impessoal?
302. Está ligado a cosmogonias e antropogonias?
303. É o mesmo do Ponto Alfa?
304. Descreva-o levando em consideração sua função, relacionamento com os vivos, poder sobre a morte e caráter.
305. Como é a vida no além?
306. Em que condições se chega ao além?
 
Atos da providência
 
307. Destino e controle da vida – Quem os determina?
308. Qual o seu nome e função?
309. É pessoa, herói, força impessoal, espírito ou deus?
310. Descreva-o levando em consideração suas aparições em mitos, contos, lendas e experiência.
311. Pré-destino e intencionalidade – Há um destino traçado?
312. Comunicação normativa. Há uma revelação dos mistérios da vida e da providência sobre-humana para os homens?
313. A revelação é simbólica, escrita, informal, intencional?
314. Descreva a revelação observada levando em consideração a época, os personagens envolvidos, a forma de transmissão e registro bem como a interpretação pelo povo.
315. Esta revelação é aceita como verdadeira ainda hoje? Gera expectativas?
316. Quem foi o transmissor da revelação? O profeta.
317. Quem é o detentor da revelação? O inspirador.
318. Qual é a atitude do povo para com essa mensagem?
319. É transmitida de pai para filho?
320. É transmitida de chefe para o povo?
321. É transmitida pelo profeta ou formas proféticas?
322. Quais são as forças superiores mágicas?
323. Quais são as forças superiores pessoais?
324. Quais são as forças inferiores mágicas?
325. Quais são as forças inferiores pessoais?
326. Relate em que posição está o homem (homem comum) em relação às forças superiores e inferiores, pessoais e impessoais, e diversas categorias de espíritos, heróis e deuses, se for o caso. Leve em consideração a interpretação mitológica presente.
 
Atos de adoração e reverência
 
327. Há cerimônias e rituais de adoração, gratidão ou reverência?
328. Qual a forma de culto – no caso de ajuntamentos com fins de adoração e invocação?
329. Há distinção entre o sagrado e profano em relação a tais ajuntamentos ou cerimônias?
330. Há presença de música considerada sacra?
331. Quais os critérios que definem os participantes?
332. Há cerimônias familiares e individuais?
333. Há atos de invocação individual ligados a ancestralidade?
Ritos e cerimônias
 
Ritos e cerimônias
 
334. Que ritos e cerimônias são praticados?
335. Há ritos expiatórios? Relate.
336. Há ritos apotropaicos? Relate.
337. Há ritos de purificação? Relate.
338. Há ritos de transição (passagem)? Relate.
339. Há ritos de renovação natural? Relate.
340. Há ritos paliativos? Relate.
341. Há ritos de reconhecimento de poder? Relate
342. Quem determina ou prescreve o rito?
343. Quem é o ser coordenador e receptor do rito?
344. Qual é o sistema do rito e sua função?
345. Qual o tempo de duração?
 
Mitos – narrativas e personagens
 
 
346. Há mitos de cosmogonias? Narre com seus personagens, cenário e o analise a partir das abordagens analítica, axiomática, correlativa e explicativa.
347. Há mitos de antropogonias? Narre com seus personagens, cenário e o analise a partir das abordagens analítica, axiomática, correlativa e explicativa.
348. Há mitos antigos? Narre com seus personagens, cenário e o analise a partir das abordagens analítica, axiomática, correlativa e explicativa.
349. Há mitos de metamorfose? Narre com seus personagens, cenário e o analise a partir das abordagens analítica, axiomática, correlativa e explicativa.
350. Há mitos de seres espirituais? Narre com seus personagens, cenário e o analise a partir das abordagens analítica, axiomática, correlativa e explicativa.
351. Há mitos naturais? Narre com seus personagens, cenário e o analise a partir das abordagens analítica, axiomática, correlativa e explicativa.
352. Há mitos messiânicos? Narre com seus personagens, cenário e o analise a partir das abordagens analítica, axiomática, correlativa e explicativa.
353. Liste os seres mitológicos, seus ambientes de existência (no além, no aquém, em alguma dimensão específica ou transitando entre este e aquele mundo), e ligue tais mitos às práticas religiosas do presente, se for o caso.
354. Há relatos mitológicos de transformação? (Transformação social, religiosa ou de práticas e hábitos derivado de mudança de território, intervenção do divino, atos sobrenaturais, escolha humana etc).
355. Em caso positivo narrar tais mitos
356. Narrar as conseqüências no caso de mudança social/religiosa ou de idéias.
357. Narrar a visão atual do povo em relação ao pré e pós-processo de transformação.
 
Funcionalidade humana na organização religiosa
 
358. Há a categoria sócio-religiosa de homens humanos? Relate e justifique alguns personagens.
359. Há a categoria de homens mágicos? Relate e justifique alguns personagens.
360. Há a categoria de homens espirituais? Relate e justifique alguns personagens.
361. Há a categoria de homens sagrados? Relate e justifique alguns personagens.
362. Há categoria de homens inspirados? Relate e justifique alguns personagens.
363. Há categoria de homens místicos? Relate e justifique alguns personagens.
364. Há categoria de homens inumanos? Relate e justifique alguns personagens.
365. Qual é a atitude do grupo para com os homens que detêm uma característica ou função especial?
 
 
Funcionalidade de seres invisíveis na organização religiosa
 
366. Há espíritos antigos? Relate e descreva de acordo com a mitologia local.
367. Há espíritos espirituais? Relate e descreva de acordo com a mitologia local.
368. Há espíritos bons (anjos)? Relate e descreva de acordo com a mitologia local.
369. Estes espíritos bons possuem funções específicas na sociedade? Quais?
370. São estas funções permanentes ou transitórias?
371. Estão submissos aos homens, a eles mesmos ou a uma força (ou ser) coordenadora do mundo do além?
372. Há espíritos maus (demônios)? Relate e descreva de acordo com a mitologia local.
373. Estes espíritos possuem funções específicas na sociedade? Quais?
374. Estão submissos aos homens, a eles mesmos ou a uma força (ou ser) coordenadora do mundo do além?
375. Há espíritos aéticos? Relate e descreva de acordo com a mitologia local.
376. Estes espíritos possuem parentesco no mundo do além?
377. Estão eles ligados a famílias ou clãs no mundo do aquém?
378. Há ligação totêmica? Cite qual (por família, clã ou grupo)
379. Estão submissos aos homens, a eles mesmos ou a uma força (ou ser) coordenadora do mundo do além?
380. Há evidência mitológica de sua presença/interação com a criação?
381. Há espíritos não espirituais? Relate e descreva de acordo com a mitologia local.
382. Há um ser supremo, coordenador da vida?
383. Como é chamado?
384. É presente ou ausente?
385. Interage com o povo ou apenas com o mundo do além?
386. É existentes ou esquecido?
387. Relate os principais pontos de seu caráter de acordo com a mitologia local.
388. Que seres ou forças estão submissos a ele? De que forma?
389. Ele se submete a alguém ou algo?
390. Como veio a existir?
391. Qual a atitude do povo para com ele? Temor, reverência, adoração, distanciamento?
392. É adorado ou reverenciado, seja formal ou informalmente? Relate.
393. Há atos de invocação individual? Relate.
394. Ele pode ser manipulado?
395. Os espíritos éticos e aéticos podem ser manipulados?
396. Há práticas mágicas ou de invocação que possam manipulá-los? De que forma? Relate.
 
Processos mágicos
 
397. Há prática de magia em seu grupo?
398. De forma geral que elementos são manipulados (a fim de se conseguir resultado no mundo sobrenatural?)
399. Há algum tipo de invocação espiritual na manipulação destes elementos ou tal resultado advém da habilidade de manipulá-los?
400. O conhecimento é comunitário, aberto, aprendido pela prática e repetição, ou privativo, fechado, aprendido pela transmissão especializada do conhecimento?
401. Há magia é solução para os problemas da vida? Quais? Relate os principais.
402. A magia está ligada à cura? De que forma?
403. Há prática de benzimento em seu grupo?
404. Quem o realiza? Com qual objetivo?
405. É conhecimento coletivo ou privativo?
406. É gratuito ou pago?
407. Há expectativa de um resultado constante positivo?
408. Em caso de resultado negativo, ou silêncio, a que se atribui o insucesso? Ao benzedor, ao benzimento, à técnica, ao que solicitou o benzimento ou ao acaso?
409. O acaso é argumento aceitável para o insucesso ou a culpa é sempre pessoal?
410. Há prática de magia branca? Relate as circunstâncias, o processo, os personagens envolvidos e o efeito esperado.
411. Há prática de magia negra? Relate as circunstâncias, o processo, os personagens envolvidos e o efeito esperado.
412. Há prática de magia imitativa? Relate as circunstâncias, o processo, os personagens envolvidos e o efeito esperado.
413. Há prática de magia simpática? Relate as circunstâncias, o processo, os personagens envolvidos e o efeito esperado.
414. Há prática de magia alegórica? Relate as circunstâncias, o processo, os personagens envolvidos e o efeito esperado.
415. Quem as pratica? Há categorias específicas que podem praticá-las ou são comunitárias?
416. Em que situações são praticadas?
417. Quais os efeitos esperados?
418. Quais têm sido os efeitos, na cosmovisão do povo?
 
 
 

 

Última atualização em Ter, 07 de Abril de 2009 02:34

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